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Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
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Felipe Montenegro Cavalcanti Sobreira Santos - PB
27/03
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29/03
Joao Pedro de Souza Lopes - PE
30/03
Marina Bandeira - PE
31/03
Vitor Dantas Medeiros - PB
 

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Notícias

COB divulga concorrentes ao Prêmio Brasil Olímpico 2016: veja quem são os indicados no hipismo
13/02/2017 - Fonte: CBH

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) iniciou oficialmente, na quarta-feira, 8/2, o processo que vai definir os melhores atletas de 2016 em 43 modalidades e também os dois melhores atletas do ano, masculino e feminino. A disputa acontece entre três atletas de cada modalidade, indicados por suas respectivas Confederações Brasileiras Olímpicas. Os vencedores serão homenageados durante a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, no dia 29 de março, no Rio de Janeiro. A escolha dos melhores atletas em cada modalidade, assim como os dois atletas que receberão o Troféu Melhor Atleta do Ano, está sendo realizada por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte.

Oscar do esporte brasileiro, o Prêmio Brasil Olímpico chega à sua 18ª edição prestando homenagens ainda em outras categorias: Atleta da Torcida, Melhor Técnico Individual e Coletivo: Troféu Adhemar Ferreira da Silva; Melhores Atletas nos Jogos Escolares da Juventude, entre outras premiações. Os medalhistas nos Jogos Olímpicos Rio 2016 também receberão homenagem especial. O Atleta da Torcida será escolhido pelo público, em março, em votação pela Internet.

No Hipismo, a exemplo das demais modalidades, a Confederação Brasileira de Hipismo indicou três atletas nas Adestramento, Concurso Completo e Salto, dos quais oito foram integrantes dos Times Brasil na Rio 2016. No Salto, concorrem ao Prêmio Doda Miranda, vencedor em 2014, 2013, 2012 e 2013, Pedro Veniss, vencedor em 2015, e José Roberto Reynoso Fernandez Filho, bicampeão senior top 2015/2016, recebeu a primeira indicação.

No Adestramento, Giovana Prado Pass, caçula do time Brasil na Rio 2016, foi indicada pela primeira vez, ao lado de João Victor Oliva, vencedor em 2015 e 2014 e Luiza Almeida, que já faturou o prêmio cinco vezes em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013.

Já na modalidade Concurso Completo de Equitação (CCE), os indicados são Carlos Parro e Marcio Appel, ambos indicados pela primeira vez, e Marcio Jorge, vencedor em 2014.


Os vencedores do hipismo ao longo das 17 edições

2015 Salto Pedro Veniss CCE Ruy Leme da Fonseca Adestramento João Victor Oliva

2014 Salto Doda Miranda CCE Marcio Jorge Adestramento João Victor Oliva

2013 Salto Doda Miranda CCE Marcelo Tosi Adestramento Luiza Almeida

2012 Salto Doda Miranda CCE Ruy Leme da Fonseca Adestramento Luiza Almeida

2011 Salto Bernardo Resende Alves CCE Serguei (Guega) Fofanoff Adestramento Luiza Tavares de Almeida

2010 Salto Rodrigo Pessoa CCE Ruy Leme da Fonseca Adestramento Luiza Tavares de Almeida

2009 Salto Rodrigo Pessoa CCE Serguei (Guega) Fonanoff Adestramento Luiza Tavares de Almeida

2008 Salto Camila Mazza de Benedicto CCE André Paro Adestramento Rogério Silva Clementino

2007 Salto César Almeida CCE André Paro Adestramento Renata Rabello

2006 Salto Rodrigo Pessoa CCE Fabrício Reis Salgado Adestramento Pia Aragão

2005 Salto Rodrigo Pessoa CCE Raul Bernardo Nelson de Senna Neto Adestramento Pia Aragão

2004 Salto Rodrigo Pessoa CCE Raul Bernardo Nelson de Senna Neto Adestramento Pia Aragão

2003 Salto Doda Miranda CCE Raul Bernardo Nelson de Senna Neto Adestramento Pia Aragão

2002 Salto Karina Johannpeter CCE Vicente Araújo Adestramento Isabela Renaut Travassos

2001 Salto Bernardo Rezende Alves CCE Marcelo Tosi Adestramento Micheline Schulze

2000 Salto Rodrigo Pessoa CCE Vicente Araújo Neto Adestramento Jorge Ferreira da Rocha

1999 Salto Rodrigo Pessoa CCE Artemus de Almeida Adestramento Micheline Schulze
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Região de Sorocaba concentra um dos mais importantes polos equestres
01/02/2017 - Fonte: G1 - Globo

Centenas de haras estão concentrados na região. Há cavalos de várias raças e mercado emprega profissionais de diferentes áreas
A região de Sorocaba (SP) reúne um pouco do que há de melhor na criação de cavalos no País. Os haras apresentam animais bonitos, elegantes e valorizados.

Josias Leite trocou a capital paulista por Pirapora do Bom Jesus (SP). O haras dele tem 40 cavalos, que participam de concursos para ajudar a valorizar o plantel. Mas, a maior parte do lucro vem do melhoramento genético. Josias compra sêmen de garanhões e vende os potros – filhos de éguas campeãs. O valor de cada filhote chega a R$ 200 mil.

André Santos trabalha como adestrador. Veio para a região há 20 anos em busca de oportunidades e encontrou um mercado forte.

De acordo com a Universidade do Cavalo, a região conta com mais de 600 haras. Juntos, atraem centenas de profissionais, que atuam em diferentes áreas.

O cavaleiro João Victor Marcari Oliva, de 20 anos, treina em Araçoiaba da Serra (SP) e defendeu a equipe de adestramento do Brasil na Olimpíada do Rio.

Ele diz que a localização da coudelaria da família é uma vantagem, afinal a maioria das competições é realizada em São Paulo.


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Tops do Brasil Bernardo Alves e Camila Mazza emplacam no GP Animo na Bélgica
24/01/2017 - Fonte: Confederação Brasileira de Hipismo

No sábado, 21/1, teve Brasil no placar no Internacional 2* Animo Cup no Sentowerpark em Oglabbeck na Bélgica. No GP, a 1.40 metro, com participação de 60 conjuntos dos quais 20 foram ao desempate, o jovem belga Thibault Phillipaerts montando Jaimvann Deoperheide foi o vencedor sem faltas, em 36s39.O cavaleiro olímpico brasileiro e medalhista pan-americano Bernardo Alves montando a sela belga Crack Elle Chavannais foi vice, pista limpa, 37s14. Já o 3º posto ficou com o irmão do vencedor Oliver Phillipaerts apresentando Icos que zerou em 37s93. A amazona olímpica brasileira Camila Mazza apresentando o Brasileiro de Hipismo London, um filho de Lord Z em HFB Carrara de 8 anos, emplacou em 4º lugar também com percurso sem faltas.

A Animo Cup vem sendo disputada há dois anos e chegou a sua 3ª etapa entre 20 e 22/1. A grande final está agendada entre 24 e 26/2. A liderança no ranking da competição é do brasileiro Bernardo Alves totalizando 177 pontos, seguido pelo belga Christiaens Kris, 169 pontos.


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Temporada 2017 dos Concursos Nacionais de Salto começa antes do Carnaval
16/01/2017 - Fonte: CBH

Já começou a contagem regressiva para o início da temporada hípica 2017 na modalidade Salto. Aprovado em Assembleia Geral em 30/11/2016, o calendário de Salto da Confederação Brasileira de Hipismo para o próximo ano já tem Concursos Nacionais a partir da
O 2º SHP Open, que abriu a temporada oficial em 2016 na Sociedade Hípica Paulista, acontece duas semanas após o Carnaval, de 9 a 12/3. O mês de março traz ainda a 1ª etapa do Circuito Norte/Nordeste, na Bahia, de 16 a 19/3, e o Summer Tour em Curitiba, Paraná, que em 2017 passa a ter apenas uma etapa, entre 23 e 26/3.
Com abril tomado por dois feriados em sequência – Semana Santa (14 a 16) e Tiradentes (21/4) – o final do mês ainda tem espaço para duas etapas das Seletivas para o Campeonato Sul Americano, simultaneamente em Pernambuco e no Rio de Janeiro, de 10 a 23, e para o Concurso Nacional de Maio, mais uma vez em Santo Amaro, entre 28/4 e 1/5.
A maior novidade nesse primeiro semestre é a volta do 49º Internacional e Nacional The Best Jump em Porto Alegre a sua data tradicional, 4 a 7/5, logo após o feriado do Dia do Trabalho. Na sequência, entre 11 a 14/5, a comunidade hípica continua as disputas no sul do país, no Concurso Internacional e Nacional Cidade de Curitiba. Entre 25 e 28/5, o Internacional e Nacional Copa JK agita Brasília.
Já em junho, 1 a 4/6, o Internacional e Nacional 46ª Copa São Paulo movimenta a Sociedade Hípica Paulista. Na semana seguinte, entre 9 e 11/6, tem o Haras Albar em Campinas realiza um Concurso Nacional. Entre 15 e 18/6, a caravana do hipismo retorna a Curitiba para o Nacional Indoor e Seletiva do Sul Americana e de 22 a 25/6, o Haras Santa Esmeralda em Paraopeba, em Minas Gerais, recebe um Nacional.


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Confederações se planejam para ciclo olímpico de Tóquio-2020 com menos recurso
03/01/2017 - Fonte: Estadão

Planejamento para os jogos no Japão envolverá menos dinheiro
As confederações esportivas brasileiras já imaginavam que os recursos para o próximo ciclo olímpico seriam menores após os Jogos do Rio-2016 e muitas já estão fazendo o planejamento para trabalhar com menos recursos até Tóquio, em 2020. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou que as entidades vão receber R$ 13 milhões a menos no próximo ano em relação ao período anterior na divisão dos recursos financeiros oriundos da Lei Agnelo/Piva. Se no ano olímpico R$ 98 milhões foram divididos pelas entidades, a estimativa é de R$ 85 milhões para 2017.

Entre as 29 confederações, apenas duas tiveram os recursos aumentados: a de luta olímpica, com 19,2%, e a de levantamento de peso, que teve um acréscimo mínimo de 0,2%. As outras terão perda de receitas e precisarão cortas gastos e buscar outras formas de rendimento.

A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), por exemplo, terá uma redução de quase 50%. A entidade pode ainda pleitear um aumento no valor em conversas com o COB em janeiro - para as entidades que tiveram uma redução acima de 20%, o COB se comprometeu a dividir mais R$ 7 milhões a partir de projetos apresentados.

Para definir os valores distribuídos, o comitê reformulou seus critérios e pontuou as confederações em diversos itens, como ter medalhista olímpico, alcançar o Top 8 nos Jogos, subir ao pódio em Mundiais, ganhar medalha de ouro no Pan e até possuir uma boa gestão financeira, entre outras coisas.

A CBH, por exemplo, veio de um ciclo olímpico com resultado histórico no CCE no Rio-2016, com um sexto lugar. Ganhou ainda a Copa das Nações de Calgary (Canadá), em 2015, e foi vice este ano, além de desenvolver um bom trabalho na base. Procurada, a entidade preferiu não se pronunciar e pretende sentar com o COB para recuperar parte da verba.

A Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) teve uma redução de 41% no repasse. "A diminuição dos valores foi esclarecida pelo COB tendo como fator principal a sua baixa arrecadação. Também foram criados novos critérios para a distribuição dos recursos visando ao próximo ciclo olímpico e isso é normal dentro do esporte de alto rendimento", explicou o presidente José Luiz Vasconcellos.

Ele lembra que a confederação pretende apresentar "projetos dentro das suas necessidades formatados de acordo com os novos critérios para atender de forma distinta as nossas quatro modalidades (BMX, estrada, mountain bike e pista), tendo em vista que existem hoje confederações que estão recebendo os mesmos valores da CBC, mas para administrar apenas uma disciplina olímpica".

Com 4% a menos, a Cbru (Confederação Brasileira de Rugby) pretende priorizar o investimento na equipe feminina de sevens, a modalidade olímpica. "Pela primeira vez a seleção será membro permanente do torneio de maior importância a nível internacional: o Circuito Mundial de Sevens. Iniciamos a preparação para Tóquio-2020 com a maior velocidade e intensidade possíveis e faremos o máximo para manter e aumentar esta intensidade durante todo o ciclo", contou Agustín Danza, CEO da entidade.

Já a Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN), apesar de perder 16,6% dos recursos, pretende manter o ritmo após alcançar resultados e metas importantes neste ano de acordo com seu planejamento estratégico de longo prazo, que está embasado pelo Business Plan lançado em 2015. "Neste contexto, embora o repasse de recursos da Lei Piva tenha sofrido redução, trata-se de questão de ajuste de alguns planos a curto prazo para que possamos seguir alinhados à estratégia a longo prazo", afirmou Pedro Cavazzoni, CEO da CBDN.

Superintendente da Confederação Brasileira de Wrestling (CBW), Roberto Leitão frisa que houve, na verdade, uma pequena redução de aproximadamente 5% e de 12% se considerarmos todos os repasses do COB, incluindo projetos especiais. Apesar deste cenário, o dirigente comemora o reconhecimento do trabalho da entidade.
"Ficamos satisfeitos em ver que o COB avaliou bem o nosso trabalho. A Luta brasileira teve enorme desenvolvimento nesses últimos anos e a CBW soube aproveitar o ‘barco dos Jogos’ e colocamos a Luta em outro patamar, de meros participantes a reais condições de obtermos resultados", afirmou.


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