Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

02/12
Jenniffer Figueiredo de Meira Lima - PB
06/12
Rosen Lima dos Santos - PB
11/12
- PB
12/12
- PB
17/12
Maria Tereza Sarmento - BA
21/12
- PB
29/12
Lucas Dantas Medeiros - PB
 

Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3
Imagem 4


Notícias

Parceiro na cura e no esporte
07/12/2017 - Fonte: Dinheiro Rural

O médico gaúcho e produtor rural, Rodrigo Beduschi, 37 anos, da fazenda Beduschi, no município de Santo Antonio do Leste (MT), participou de uma forma muito especial do 10º Congresso do Laço Comprido, realizado no início de setembro, durante a Expointer, em Esteio (RS).

Mesmo não se classificando nas provas de pista, Beduschi levou para casa um troféu de campeão. No seu caso, campeão em superação. Desde 2010, Beduschi passou a conviver mais com os seus cavalos quarto de milha, depois que ficou paraplégico por causa de um acidente de carro. Hoje, seu criatório de 12 animais de seleção para melhoramento genético cumpre um papel adicional na vida do médico. Eles se tornaram seus companheiros de cura. “A equoterapia que me ajudou no tratamento de uma lesão medular”, diz Beduschi. “Isso me possibilitou fazer novamente o que mais gosto na vida, que é montar.”


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Devo usar capacete em modalidades equestres
04/12/2017 - Fonte: Cavalus

“Será que a cultura é mais importante que a possibilidade de um acidente dentro da pista?”

Recentemente pedimos a todos os nossos leitores que respondessem a enquete sobre o uso do capacete em modalidades Western.

As provas equestres, de velocidade ou não, oferecem algum risco de acidentes aos cavaleiros e cavalos. Em sua opinião, o uso do capacete deveria ser obrigatório de uma forma geral nas modalidades Western?

A contribuição de todos foi de extrema importância para discutirmos de forma saudável assuntos que podem contribuir de maneira positiva com o mercado.

Ok! Mas qual foi o resultado da enquete?
(ver imagem)

Ainda para nos ajudar a mapear melhor a questão, pedimos a nosso parceiro, Aluisio Marins, da UC, sua análise sobre esse resultado.

“Para a prática de qualquer esporte que envolva risco físico, seja ele a cavalo ou não, é necessário o uso de equipamentos de segurança. Por exemplo, no motocross, motovelocidade e salto, o uso do capacete é obrigatório como item de segurança. E a exigência de equipamentos de segurança não deveria mudar em relação a esportes equestres”, analisa Aluisio.

Ainda que exista o argumento de que modalidades Western possuem toda uma cultura ao seu redor e que é difícil mudar uma cultura, ele complementa: “Se usarmos esse argumento, basta criamos regras e seguí-las. O Adestramento Clássico, por exemplo, que é uma modalidade que existe há séculos, nunca exigiu capacete. Porém, agora a Federação Equestre Internacional está mudando essa regra e passando a exigir o uso desse equipamento. Será que a cultura é mais importante que a possibilidade de um acidente dentro da pista?”, questiona.

“As vezes, vemos acidentes nos Três Tambores ocasionados por baixa qualidade de equitação, onde as pessoas ficam muito mais suscetíveis ao perigo se não estiverem com equipamento de segurança. Não estou defendendo uma posição ou outra, apenas justificando o resultado, que mostra que as pessoas se importam com o quesito segurança”, finaliza.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Provas, leilões, negócios e muita diversão no Malai Horse Week
24/10/2017 - Cavalus

A MG Leilões e o Haras Twin Brothers , em parceria com o Malai Manso Resort, um empreendimento novo localizado às margens do Lago do Manso, a 65 km de Cuiabá, no Mato Grosso, realizarão o 1° Malai Horse Week, de 27 a 29 de outubro. Os organizadores esperam atrair cerca de duas mil pessoas por dia e já estão confirmados competidores de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Brasília, Goiás, Acre e Rondônia, além de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

“Será um evento diferente, nesse resort maravilhoso, com uma estrutura fenomenal. Nossa expectativa é grande. Os competidores dos vários estados confirmados também irão trazer suas famílias para aproveitar o local, vai ser muito bacana. Vamos comercializar em torno de 100 animais nos leilões, esperamos mais ou menos 2500 inscrições em todas as provas e a presença maciça do público”, comenta Caê Póvoas, do Twin Brothers.

“O Malai Horse Week surgiu depois de uma estada minha nesse Hotel. Vislumbrei um evento diferente, que unisse lazer e descanso do final de semana junto com provas e leilões. São 40 mil hectares de água, onde os presentes poderão usufruir de passeios náuticos, praias, trilhas, cavalgadas enfim, é um lugar super gostoso e temos certeza que o evento entrará para a história do cavalo no Brasil”, reforça Guilherme Marini, da MG Leilões.

Toda a estrutura está sendo montada para receber a todos. Uma pista de Laço Comprido, uma de Team Roping e Três Tambores e uma pista exclusiva de Ranch Sorting estão sendo especialmente adequadas na Marina Morro do Chapéu e ainda toda infra para receber os animais dos leilões no Centro de Convenções Malai Resort, com apresentação na Vila Malai. Serão distribuídos
R$130.000,00 em prêmios, em provas de Team Roping, Três Tambores, Laço Comprido, Ranch Sorting e Hipismo.

A programação inclui também o 1° Leilão Malai Pantaneiro e Senepol, união de uma raça tradicional dos estados do MT e MS com a raça bovina que mais cresce no Brasil; o 1° Leilão Malai Quarter Horse, com 46 animais da raça Quarto de Milha das linhagens de Trabalho e Velocidade à disposição do mercado, e ainda coberturas de garanhões importados, com assessoria de Gilson Vendrame; e o 1° Leilão Malai Elo de Raça, com exemplares das raças Mangalarga Marchador, Crioulo, Árabe, Gir, Girolando.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Brasil conquista 16 medalhas no Sul-Americano da Juventude de Salto
18/10/2017 - Cavalus

Foi de 3 a 8 de outubro que a nata jovem do Hipismo esteve reunida no Club Hipico Argentino, em Buenos Aires. Entre equipes e cavaleiros e amazonas competindo no individual, dez países estavam representados: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Paraguay, Peru e Uruguay. O Campeonato Sul Americano da Juventude – FEI Southamerican Championship teve a pista desenhada pelo course-designer argentino Ivan Tagle.

Na disputa por equipes, o Brasil subiu ao pódio em todas as categorias faturando oito medalhas: ouro e prata nas categorias Mirim (12 a 14 anos) – 1.20 metro de altura e Pré-junior (14 a 16 anos) – 1.30 metro, ouro e bronze na categoria Junior (14 a 18 anos) – 1.40 metro, prata na Young Riders (16 a 21 anos) – 1.45 metro e bronze na série Extra Internacional Pré-mirim (10 a 12 anos) – 1.10 metro. O saldo, naturalmente, foi mais do que positivo.

Na disputa individual não foi diferente, com nada menos que oito medalhas também: Felipe Ferreira, ouro na categoria Pré-mirim, Maithe Marino, Maria Luiza Martha Vieira e Henrique Maranhão, ouro, prata e bronze na Mirim, e ouro e bronze na Junior, respectivamente, de Pedro Backheuser, bicampeão nessa prova, e Thales Marino. A Mirim, diga-se de passagem, foi totalmente dominada pelos brasileiros. Dos 17 conjuntos que passaram para a segunda volta, oito eram do Brasil.

O Sul-Americano da Juventude, evento anual, é a grande base para formação das futuras equipes do Brasil em Jogos Pan-americanos, Mundiais e Olímpicos. A edição 2018 desse evento já tem data marcada: Las Condes no Chile, entre 5 e 11 de novembro. Ronaldo Bittencourt Filho, presidente da CBH, que viu de perto o êxito dos jovens saltadores, só tem elogios a todos da equipe.

Na difícil categoria Young Riders (16 a 21 anos), a 1.45 metro, última decisão individual no Sul-Americano 2017, o Brasil ficou de fora de pódio.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Rodrigo Pessoa compete contra o Brasil pela 1ª vez como técnico da Irlanda
04/10/2017 - Globo Esporte

Copa das Nações em Barcelona terá participação de 18 equipes. Com contrato de treinador até o fim do ano que vem, veterano não definiu se estará em Tóquio: "Se não for, não será o fim do mundo"
ono de três medalhas olímpicas, Rodrigo Pessoa sempre foi referência no hipismo brasileiro, mas em breve poderá escrever seu nome na história do esporte de outro país. Escolhido como técnico da Irlanda no início do ano, o cavaleiro lidera a equipe europeia na busca por uma vaga nos Jogos de Tóquio 2020 e vai competir pela primeira vez contra o Brasil nesta quinta-feira, na Copa das Nações, em Barcelona.

- O Brasil será sempre meu país, mas tenho uma responsabilidade profissional com a Irlanda, que agora é o mais importante. Sigo de muito perto os resultados e a evolução da equipe brasileira. Mantenho contato com cavaleiros que estão na equipe. Estou de olho no que está acontecendo e claro que torço pelo Brasil. Não abandonei nada, mas agora estou doando meu tempo para outra nação.

O papel de treinador não é uma novidade na vida de Rodrigo Pessoa. Pela equipe do Brasil, o campeão olímpico já exercia a função de comandante extraoficialmente durantes as competições. Na disputa pelo cargo na Europa, o brasileiro concorreu com dois irlandeses e a bagagem e os títulos fizeram diferença na seleção. Segundo Rodrigo, a respondabilidade aumentou, mas sem montar ele tem mais tempo para observar os conjuntos e se concentrar na parte técnica.

+ Rodrigo Pessoa lamenta morte de Baloubet e desabafa: "Soube por um jornalista"

Apesar de ser um país com tradição equestre e ter cavaleiros figurando no top 50 do ranking mundial, desde 2001 a Irlanda vivia uma seca de títulos em torneios internacionais nas provas por equipes. Rodrigo tratou de resolver isso rapidamente. Em agosto, o time irlandês conquistou o Campeonato Europeu depois de 16 anos. Com contrato até o fim do ano que vem, o objetivo principal de Rodrigo é o Mundial em 2018, nos Estados Unidos, que dá uma vaga para os Jogos Olímpicos de Tóquio. O país falhou na classificação por equipes nas últimas três edições.

Para alcançar a meta olímpica, o brasileiro fez algumas mudanças na dinâmica de treinos e competições da Irlanda. O planejamento está mais minuscioso, focado no desempenho a longo prazo e selecionando os torneios que realmente são referência. Além disso, Rodrigo também identificou um dos pontos fracos mais importantes e contratou um preparador mental para os cavaleiros.

- Tecnicamente eles são todos bons. Muitos cavaleiros estão no top 20 e 50 do ranking, mas quando a hora era realmente importante, nos campeonatos, eles estavam com uma falta de resultados. Achava que era devido a parte mental deles mesmo, e estamos trabalhando esse aspecto mental de concentração e foco.

Tóquio 2020

O ano de 2019 será extremente importante para Irlanda, Brasil e para Rodrigo. Os irlandeses competem no Mundial e no Campeonato Europeu, e a equipe brasileira irá participar dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, único torneio que Rodrigo ainda não tem no currículo. A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) já indicou que quer contar com o veterano de 44 anos e o calendário permite que o brasileiro consiga estar presente em ambas as competições. O problema será em Tóquio, onde os dois países poderão “disputar” o cavaleiro.

- Eu até poderia montar no Pan se tivesse cavalo e condições. No ano seguinte é que seria realmente complicado porque aí teremos concorrência e um conflito direto. Não precisamos fazer planos tão cedo. Tem mais dois anos e vamos levando as coisas com calma e fazendo ano após ano. Meu contrato com a Irlanda vai até o ano que vem, depois da classificação da Olímpiada, combinamos de sentar e conversar.

Nos Jogos Olímpicos de 2016, o técnico do Brasil, George Morris, preferiu deixar o campeão olímpico na reserva, alegando que a sua montaria estava abaixo da dos outros atletas. Rodrigo discordou publicamente da decisão e abriu mão da vaga, ficando fora das Olimpíadas, justamente em casa. Mesmo depois do conflito, o veterano mantém uma relação muito próxima dos atletas brasileiros e da Confederação, mas ainda não garante que estará em Tóquio competindo pelo Brasil.

- Gostaria de ter competido. Me tiraram essa oportunidade e os verdadeiros perdedores foram aqueles que me tiraram, porque acredito que poderíamos ter tido um resultado melhor. A vida é assim. Já fui em seis Olimpíadas, já fui campeão olímpico e talvez vá em mais uma, mas também se não for, não será o fim do mundo. Perdemos uma oportunidade de ter um bom resultado.



Rodrigo Pessoa Londres 2012 (Foto: Alex Livesey / Getty Images)

Mudança de regra

O hipismo terá uma mudança importante para a próxima edição do maior evento poliesportivo do mundo. Em Tóquio 2020, atletas de países diferentes poderão formar uma equipe e conquistar uma medalha, algo que não acontece desde 1904. Atualmente, nenhuma modalidade coloca atletas que não são compatriotras em um mesmo time. A informação foi confirmada por Luiz Roberto Giugni, ex-presidente da Confederação Brasileira, e hoje membro da Federação Internacional no início deste mês. Rodrigo foi contra a decisão.

- Sou contra essas mudanças. Acho que não faz nenhum sentido. Olímpiada participa um país só, como você participar com uma equipe com cavaleiros de países diferentes? Isso não tem sentido! Nem sei se passou pela Federação Internacional. No meu entender ainda não foi aprovado pela FEHA e não apoio. Não faz sentido, você vai para os Jogos representar um país. Uma coisa é quando tem algum problema político e os atletas representam a bandeira olímpica, outra é montar uma equipe com cavaleiros de países diferentes. Se não tem equipe, compete no individual.

Um total de 18 equipes estarão competindo na Copa das Nações em Barcelona. A competição começa nesta quinta e segue até sábado. Os primeiros oito classificados na rodada de abertura irão para a final no sábado 30, e as 10 equipes restantes farão a final da Copa Challenge na sexta-feira.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Outras Notícias
federações FILIADAS

nossos PARCEIROS


mídias SOCIAIS




nosso ENDEREÇO

Circuito N-NE de Hipismo
Fone.:(81)3343-5970/(81)3343-4837 | hipismo@hipismonortenordeste.com.br

Av. Bernardo Vieira de Melo, 428 - Sala 204
Piedade - Jaboatão dos Guararapes - Recife-PE | CEP: 54.440-620