Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

01/09
Ana Maria Sarmento - BA
10/09
Ana Karolina Gomes Cabral - PB
12/09
Daniel Nascimento de Melo - PB
15/09
Iris Rafaela - PE
19/09
- PB
22/09
Ana Beatriz Avelar - PE
24/09
Emanuela Canuto - PE
28/09
Marcelo Veiga - PE
 

Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3
Imagem 4


Notícias

Com duplo zero de Pedro Veniss, Brasil vence a Challenge Cup em Barcelona
26/09/2016 - Fonte: Brasil Hipismo

O Time Brasil de Salto foi campeão da Longines Challenge Cup na manhã desse domingo, 25/9, na prova de consolação da Copa das Nações Furusiyya FEI, para as equipes que não se classificaram para a grande final no Real Club de Polo de Barcelona. A disputa, que abriu o último dia do CSIO Barcelona, estava agendada para sexta-feira mas foi transferida devido à forte tempestade que caiu no local.



Yuri Mansur, Pedro Veniss, Rodrigo Pessoa, Caio Sérgio de Carvalho, Felipe Amaral e Stephan Barcha pelo Brasil; img: Hippo Foto – Dirk Caremans/FEI

Rodrigo Pessoa com Citizenguard Cadjanine Z fechou com 4/0, Yuri Mansur e Babylotte com 8/0 e Stephan Barcha com Landpeter do Feroleto foi eliminado. Último conjunto do Brasil em pista, Pedro Veniss e Quabri d´Isle, tiveram duas passagens perfeitas. “O Quabri é incrível, e ele é o meu melhor amigo”, disse Pedro emocionado. Além de garantir o ouro para a equipe, Pedro Veniss levou ainda uma premiação especial de 50 mil euros, por ser o único conjunto a zerar as duas passagens.



Pedro Veniss e Quabri de L’Isle único duplo zero na Longines Chalenge Cup; img: Hippo Foto – Dirk Caremans/FEI
25/09/16

Assim o Brasil, liderado pelo chefe de equipe Caio Sérgio de Carvalho, foi campeão com 12 pontos perdidos, superando o Catar com 16, e a Colômbia com 18. “Ficou um gostinho um pouco amargo de não termos ido para a final, mas fomos recompensados. Ganhar, principalmente em alto nível, é muito difícil, ainda mais com grandes equipes, mas conseguimos levar esse título”, destacou Caio Sergio. Pela conquista, o Brasil ficou com 80,375 euros dos 300 mil em jogo.

“Estávamos muito confiantes em fazer um bom resultado. Obviamente, no papel, a equipe da França era a favorita por ser a atual campeã olímpica, mas dentro da pista tudo pode acontecer. A competição foi de alto nível, mas os franceses não tiveram um bom dia hoje e o Catar estava na nossa cola. Nós tivemos um pouco mais de sorte e conseguimos a vitória mesmo com alguns contratempos na pista”, disse Rodrigo Pessoa.



O time brasileiro sai vitorioso em Barcelona; img: Jim Hollander/FEI

A grande final

Na grande final da Copa das Nações, no sábado, 24/9, a Alemanha superou as equipes dos outros sete países finalistas após um emocionante desempate com a Grã-Bretanha. As duas nações finalizaram suas apresentações sem penalidades e dois conjuntos foram escolhidos para desempatar. Demonstrando o alto nível da competição, Marcus Ehning e Pret A Tout, da Alemanha, e os campeões olímpicos britânicos Nick Skelton e Big Star mais uma vez zeraram seus percursos, mas o alemão foi mais rápido.



Ludger Beerbaum e Casello, em sua última vitória integrando o time alemão; img: Hippo Foto – Dirk Caremans

Assim, Christian Ahlmann, Janne Friederike Meyer, Marcus Ehning e Ludger Beerbaum – em sua última competição pela equipe alemã – conquistaram mais um título para a Alemanha, com a Grã Bretanha em 2º lugar e os Estados Unidos no 3º posto.

Resultados completos.

Brasil Hipismo com a fonte: MKTMix Comunicação, CSIO Barcelona e FEI; Fotos: FEI


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Brasil disputa a final da Copa das Nações em Barcelona
23/09/2016 - CBH

Pedro Veniss, Rodrigo Pessoa, Felipe Amaral e Stephan Barcha formam a equipe brasileira

Depois de conquistar a medalha de prata na Copa das Nações de Spruce Meadows, a equipe do Brasil volta às pistas para disputar a final da competição a partir desta quinta-feira (22/09) no CSIO5*de Barcelona. Defendem o Brasil Pedro Veniss, Rodrigo Pessoa, Felipe Amaral e Stephan Barcha. Caio Sergio Carvalho é o chefe de equipe e Yuri Mansur o reserva.

Os melhores cavaleiros do mundo estarão presentes, incluindo o time campeão Olímpico, da França, e os medalhistas individuais de ouro e prata dos Jogos Rio 2016. A Bélgica foi a grande vencedora do ano passado e vai tentar o bicampeonato. O Brasil esteve presente em todas as finais e conquistou a medalha de prata em 2013.

Ao longo do ano foram realizadas 19 qualificatórias ao redor do mundo para a competição com 46 equipes. A grande final será disputada por 18 países: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Catar Colômbia, Egito, Espanha, Estados Unidos, França, Grã Bretanha, Holanda, Irlanda, Itália, México, Suécia e Suíça.

A disputa será divida em três provas. A primeira acontece na quinta-feira (22/09) e os oito melhores times avançam para a grande final no sábado, 24/09. As outras dez equipes competem em uma prova de consolação na sexta, 23/09. O CSIO5* de Barcelona irá distribuir 2.1 milhões de euros, sendo 1,5 milhão somente para a Copa das Nações.

O CSIO5* de Barcelona é um dos concursos mais tradicionais do calendário internacional de Hipismo e acontece no Real Club de Polo, palco das provas de Salto nos Jogos Olímpicos de Barcelona-92. Essa será a quarta vez que o concurso sedia a Final da Copa das Nações e os percursos serão desenhados pelo espanhol Santiago Varela.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


A estreia da equipe brasileira no Adestramento das Paralimpíadas Rio 2016
19/09/2016 - Fonte: Brasil Hipismo

O Brasil estreou neste domingo, 11/9, na competição por equipes do Hipismo Adestramento nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Rodolpho Riskalla e Marcos Fernandes Alves, o Joca, foram os cavaleiros que representaram o país e juntos somaram 133,577%. Com o resultado parcial o Brasil é o sexto colocado por equipes, sendo que alguns países ainda não competiram e outros já tiveram três representantes.
O resultado gerou alívio para a equipe brasileira após os momentos apreensivos vividos da tarde de ontem até hoje de manhã. Warrene, o cavalo de Rodolpho, não foi aprovado na primeira inspeção veterinária. O suspense sobre a participação do conjunto acabou por volta das 8h da manhã desse domingo, horas antes da sua entrada, quando o animal foi liberado para os Jogos.

Muita emoção na estreia paralímpica de Rodolpho Riskalla e Warenne; img: Marco Antonio Teixeira/MPIX/CPB

“Hoje não é o nosso melhor dia, eles entraram um pouco tensos por conta do que aconteceu com o cavalo do Rodolpho. Mas a gente sempre cresce no segundo dia e nas provas individuais também. A nossa dupla amanhã, a Vera e o Sérgio, é muito forte e esperamos aumentar a nossa nota por equipe com eles”, disse Marcela Parsons, diretora de Adestramento Paraequestre da CBH.

Primeiro integrante da equipe do Brasil a entrar na pista, Rodolpho Riskalla, que compete no grau III, levantou a torcida com a sua apresentação na parte da manhã. Montando Warenne, o paulista alcançou a nota de 66,737%. Ao final da prova, o cavaleiro não escondeu a satisfação com o resultado e pediu ainda mais animação para a torcida.

“É o máximo estar aqui, competir com todos os esses atletas, fazer parte desse superevento e estar em casa é uma emoção que não tem como descrever. Em geral eu gostei da minha prova que foi superestável, que é o que a gente procura ser sempre. Sendo um pouco crítico, faltou um pouco de brilhantismo porque está bem quente. E como passamos pela segunda inspeção hoje, a gente saiu um pouco da rotina que temos normalmente em dia de prova. Mas eu gostei bastante do meu resultado”, disse Rodolpho Riskalla, de 31 anos.

O paulista é estreante em Jogos Paralímpicos e até o meio do ano passado tinha como meta disputar uma vaga na equipe Olímpica de Adestramento. Em agosto de 2015 ele foi diagnosticado com meningite bacteriana e em outubro teve que amputar as duas tíbias, uma mão e parte dos dedos por conta da doença. Em novembro começou o processo de recuperação.

“A presença da minha mãe, da minha irmã e dos meus amigos foi fundamental para eu estar aqui hoje. Eles me deram a motivação e comecei a refletir que se eu estava tentando uma vaga no Olímpico, agora eu podia buscar no Paralímpico. Em março eu comecei a andar com a prótese e em abril, ainda morando no hospital, eu participei de uma seletiva. Depois participei de mais três provas e no começo de junho eu garanti a vaga”, conta Rodolpho, que mora em Paris.

O segundo cavaleiro a entrar na pista por equipes para o Brasil foi Marcos Fernandes Alves, o Joca montando Vladimir, pelo Grau IB. O conjunto teve a pontuação de 66,840%. Joca, que tem duas medalhas de bronze nos Jogos de Pequim 2008, está há apenas dois meses com cavalo e conta com a experiência para fazer conjunto nos próximos dias de competição.

Marcos Alves, o Joca, conta com a experiência de duas medalhas paralímpicas para formar conjunto com Vladimir, animal que está montando há apenas 2 meses; img: ©Marco Antonio Teixeira/MPIX/CPB

“Ele está muito bem, mas hoje passou um pouco do ponto. Talvez pelo público, ele ficou um pouco nervoso, ansioso. Então várias vezes queria sair da minha mão e tomar a iniciativa que não era para tomar naquele momento da figura. E aí isso quebra um pouco o ritmo e prejudica um pouco as notas. Mas na segunda metade da reprise já fomos bem e eu já tinha mais o controle dele. Tivemos penalizações no começo e no final não consegui aumentar tanto a nota, mas para o primeiro dia foi bom”, contou Joca.

Nessa segunda-feira, 12/9, Vera Lucia Mazzilli / Ballantine e Sergio Oliva / Coco Chanel, ambos no Grau IA, competem por equipe. Já na terça-feira, 13/9, tem a decisão de medalha na classe III, de Rodolpho Riskalla, que volta à pista para a disputa.

Regras do jogo

A competição durante os Jogos Paralímpicos tem cinco graus – Ia, Ib, II, III e IV – e consiste em disputas por equipe, individual e individual estilo livre. Os graus (definidos de acordo com grau de comprometimento físico) tem classificação separada. A disputa individual é a prova final por equipe e também determina as medalhas do campeonato individual de cada grau.

Na disputa por equipe, cada país pode participar com três ou quatro conjuntos, sendo que pelo menos um deve ser da classe Ib ou da classe II e não mais do que dois da mesma classe. O resultado é definido pelo somatório do percentual de cada conjunto na prova por equipe e individual. Os três melhores resultados determinam a pontuação final do país e o vencedor é aquele que tiver mais pontos.

Participam da decisão do individual estilo livre os conjuntos classificados entre a terça parte superior de cada grau e que tenham alcançado a pontuação mínima de 58% na média das competições individual e por equipe. Cada conjunto deve realizar uma coreografia própria com música.

A competição de Adestramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 conta com 29 países, sendo que 14 participam da disputa por equipes: Brasil, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Holanda, Noruega, Cingapura e Estados Unidos. Estarão em jogos 33 medalhas reunindo todas as classes: 15 no individual, 15 no estilo livre e três por equipe. A Rio 2016 marca os 20 anos do Hipismo no movimento Paralímpico, que teve sua estreia em Atlanta-96.



Comente | Comentários desta Notícia (0)


Vitória de Frederico Antelo na Copa Ouro no 81º aniversário de Santo Amaro
05/09/2016 - Fonte: Brasil Hipismo

Nada menos que 77 conjuntos disputaram a Copa Ouro / Mini GP WTC Events Center, a 1.35 metro, na tarde desse sábado, 3/9, no Concurso de Salto Nacional no 81º Aniversário do Clube Hípico de Santo Amaro (SP). Ao todo, 18 habilitaram-se ao desempate no percurso idealizado por Anderson Lima, course-designer internacional brasileiro radicado no México. Quem levou a melhor foi o jovem talento Frederico Antelo, 18, campeão paulista junior 2015, do ranking brasileiro junior 2015 e vice-campeão paulista junior 2016.

Frederico e sua Platina Z foram o 13º conjunto em pista e cruzaram a linha de chegada sem faltas em 34s19. Quem chegou mais perto foi a jovem e talentosa amazona Victoria Junqueira Ribeiro de Mendonça, campeã brasileira junior 2016, vice-campeã brasileira junior 2015 e vice-campeã sul americana junior 2015, que montando Premix Zafira Utopia conquistou o 2º posto, sem faltas, em 34s55.

Na 3ª colocação aparece a top paranaense Giovanna Sobania com XK Atomo Clasi, dupla campeã brasileira de amazonas 2015, que zerou em 34s91. Completaram o placar da 4ª à 6ª colocação, o cavaleiro da casa Ricardo Monteiro da Luz com Jabuticaba, a paulista Stephanie Behar Braga montando GR Armani e a catarinense Amanda do Nascimento Teixeira Santos com Intoyka, sem faltas, em 35s26, 36s29 e 36s95. A Copa Ouro/Mini GP WTC Events Center distribuiu R$ 20 mil e um relógio Baume & Mercier no valor de R$ 20 mil.

Nesse domingo, 4/09, às 14h30, o momento mais esperado é o GP Baume & Mercier (Clássico), a 1,45 metro, encerrando o evento e pagando premiação de R$ 60 mil em espécie além de mais um relógio Baume & Mercier no valor de R$ 25 mil.


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Doda Miranda e Pedro Veniss fecham a Rio 2016 em 9º e 16º lugar; Nick Skelton é campeão
22/08/2016 - CBH

Depois de classificar três cavaleiros para a prova final da competição individual, o Time Brasil de Salto não chegou para a disputa no desempate no Centro Olímpico de Hipismo em Deodoro, nessa sexta-feira, 19, na Rio 2016. Na primeira volta do GP Final, Eduardo Menezes com Quintol cometeu duas faltas, somando oito pontos no ranking e não avançou para a segunda passagem. Doda Miranda montando Cornetto K e Pedro Veniss com Quabri d´Isle fecharam ambos com uma falta na primeira passagem e ficaram entre os Top 27 na corrida pelo pódio.

Doda fez um percurso limpo, fechando a competição com quatro pontos perdidos na 9ª colocação empatado com outros seis conjuntos. Pedro com Quabri cometeu uma falta por excesso de tempo, fechando com cinco pontos na 16ª posição ao lado de dois conjuntos.

Nick Skelton, 58, montando Big Star, da Grã Bretanha, foi o grande campeão da prova, zerando também o desempate. Uma história de superação, uma vez que Skelton chegou a se aposentar após uma queda com fratura no pescoço em 2000 e Big Star, que venceu seu último GP em Aachen 2013, passou dois anos se recuperando de
uma lesão. A dupla foi ouro por equipes em Londres 2012 e essa foi a primeira medalha individual de ouro na modalidade Salto para Grã-Bretanha.

O cavaleiro sueco Peder Fredricson com All In ficou com a medalha de prata e o canadense Eric Lamaze, ouro na Olimpíadas 2008, foi bronze montando Fine Lady 5.

O desempenho dos brasileiros

Mais uma vez abrindo a pista para a equipe brasileira, Eduardo montando Quintol, fez duas faltas. O cavaleiro explica que aqueceu o cavalo de forma mais leve antes da prova, mas sentiu que o animal estava em ótima forma física. "Eu subestimei um pouco a quantidade de energia que o meu cavalo ia ter, por ser o último dia de provas, achei que ele pudesse estar mais cansado. Então a minha preparação no aquecimento foi bem leve, mas no final das contas o cavalo respondeu muito bem, com a mesma energia do primeiro dia de prova. Então isso mudou um pouco o plano que eu tinha para a pista. Achei que fosse dar, mas acabei chegando muito embaixo e um obstáculo e não consegui fechar a prova com zero", lamentou Eduardo.

Pedro, veio em seguida, montando Quabri de L’isle. O cavaleiro chegou ao segundo round da disputa, mas com 5 pontos perdidos não foi ao desempate. Pedro se diz satisfeito com o desempenho do Brasil na competição. "A participação do Brasil foi boa, ficamos entre os cinco melhores do mundo na competição mais importante do mundo. Ficamos tristes de não conseguir a medalha por equipe, mas não podemos falar que o resultado foi ruim. Brigamos com as maiores nações do esporte, no final foram detalhes. Mas isso mostra que estamos no caminho", comentou Pedro.



Mais experiente da equipe e dono de duas medalhas olímpicas por equipe, Doda foi o último a entrar na pista, com Cornetto K. Mesmo com o percurso zerado na segunda volta, não houve chance de chegar ao desempate, em que seis conjuntos com duplo zero disputaram as medalhas. "Achei que tivemos mais percursos zerados do que pensamos. Os cavalos estão saltando muito bem, os obstáculos estão chamando a atenção dos cavalos, eles conseguem ler bem a pista, o tempo também pode ter ficado suave. É difícil armar uma Olimpíada, o Guilherme Jorge fez um excelente trabalho. A falta que cometi foi muito leve, difícil conseguir explicar. Mas vamos em frente, agora é pensar na próxima Olimpíada e não parar enquanto a medalha não vier", finaliza Doda.

Fonte CBH


Comente | Comentários desta Notícia (0)


Outras Notícias
federações FILIADAS

nossos PARCEIROS


mídias SOCIAIS




nosso ENDEREÇO

Circuito N-NE de Hipismo
Fone.:(81)3343-5970/(81)3343-4837 | hipismo@hipismonortenordeste.com.br

Av. Bernardo Vieira de Melo, 428 - Sala 204
Piedade - Jaboatão dos Guararapes - Recife-PE | CEP: 54.440-620