Inscrições

Olá, estamos reformulando o sistema de inscrições, que logo retornará para melhor atendê-lo, por hora as inscrições devem ser feitas pela própria federação organizadora.
Aniversariantes do mês

01/07
Vitor Souza Targino de Carvalho - PB
01/07
Manoelzita Oliveira - BA
02/07
Moises Filipe Rodrigues Lima Alves Chaves - PB
02/07
Ivo Roza Filho - CE
03/07
Helena Ribeiro - PE
08/07
Helder Falcão Rebelo - AL
08/07
Andre Giovanini - MG
17/07
Vailton Jaci Cordeiro - PR
31/07
Marcelo Barreto de Araújo Sarmento - BA
 

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Notícias

Show dos Mini-mirins no Brasileiro 2016 com vitória de Guilherme Kroeff
26/07/2016 - CBH

O Campeonato Brasileiro da categoria Mini-mirim (10 a 12 anos) na Sociedade Hípica Paranaense foi mais que disputado com participação de 69 conjuntos vindos de 10 Estados do país.Ao final da terceira e última prova, nesse sábado, 23/7, quatro conjuntos sem falta foram ao desempate valendo a melhor aproximação ao tempo ideal de 48 segundos e todos fecharam novamente sem faltas. Sagrou-se campeão brasileiro o gaúcho Guilherme Kroeff no dorso de Chicharito Tagliario.

A catarinense Roberta Pickler Gevaerd com Cora do Refúgio comemorou o vice-campeonato. Montando Sheik, Jula Pereira Orpinelli faturou o bronze por São Paulo.

Bruno Yllon Araújo Joner com Canelazo honrou Santa Catarina na 4ª colocação. Com apenas um ponto perdido ao longo da competição, o paulista Thiago Wilson Riginik Ferreira com SL Shinmart foi 5º. Nada menos que 11 cavaleiros e amazonas fecharam o Campeonato com apenas uma falta. O critério de desempate foi o 2º dia de competiçaõ e Pietra Carolina Bizzoto com Dona ML subiu ao pódio em 6º lugar.

No sábado, 23, também foram disputadas as finais Pré-junior e Mirim e nesse domingo, 24, tem a decisão das categorias Pré-mirim, Junior e Young Rider.

Os campeões da brasileiros 2016 da categoria Mini-mirim

Campeão Guilherme Kroeff / Chicharito Tagliaro - FGEE - 0 pp - 49s - 1s de aproximação
Vice Roberta Pickler Gevaerd / Cora do Refúgio - FCH - 0 pp - 46s57 - 1s43 de aproximação
3º Julia Pereira Orpinelli / Sheik - FPH - 0 pp - 46s19 - 1s81 de aproximação
4º Bruno Yllon Araujo Joner / Canelazo - FCH - 0 pp - 0 pp - 1 pp - 2s83 de aproximação
5º Thiago Wilson Riginik Ferreira / SL Shinmart - FPH - 1 pp
6ºE Pietra Carolina Bizzoto / Dona ML - FPH - 4 pp

6ºE Luma Bertão de Oliveira / Baviera Itapuã - FCH - 4 pp
6ºE Bruna Bertão de Oliveira / Baviera Itapuã - FCH - 4 pp
6ºE Maria Eduarda Chise Barbosa / Wendy Cooper - FPH - 4 pp
6ºE Julia Miguel / Reinhella GV - FPH - 4 pp
6ºE Camila Ribeiro de Mendonça / Rheinella GV - FPH - 4 pp
6ºE Isabelle Sportiello / Flitzi - FEERJ - 4 pp
6ºE Thiago Wilson Rignik Ferreira / Havalon - FPH - 4 pp
6ºE Eduardo Coelho Barbara / Quatour du Coutol - FPH - 4 pp
6ºE Giovana Quadrores Chiste / Mulher Marvilha - FGEE - 4 pp
6ºE Vivian Katherine Park Kang / Rhea du Charmone FPH - 4pp
6º E Eduardo Coelho Barbara / Contigo de Laubry - FPH - 4 pp


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Equipe brasileira de Hipismo é definida para os Jogos Rio 2016
19/07/2016 - TORCEDORES

O campeão Olímpico em Atenas 2004, Rodrigo Pessoa, ficará na reserva e o filho da ex-jogadora Hortência irá competir nas provas de Adestramento.

Após a definição da equipe que defenderá o Brasil nos Jogos do Rio 2016 pela CBH (Confederação Brasileira de Hipismo), os cavaleiros Álvaro de Miranda Neto, Eduardo Menezes, Pedro Veniss e Stephan Barcha, foram escalados como titulares para as competições. Ao passo que Rodrigo Pessoa, campeão olímpico nos Jogos de Atenas em 2004, além do bronze em Atlanta e Sdney, além de porta-bandeira nos Jogos de Londres, ficará como reserva, caso algum cavalo ou cavaleiro titular tenha que se ausentar durante a competição. O desempenho insatisfatório de sua égua, em relação aos outros cavaleiros, foi a explicação dada pela equipe técnica para escalá-lo como reserva.

O filho da rainha Hortência, ex-jogadora e craque brasileira no Basquete, João Victor Oliva, comanda a equipe que vai participar das provas de Adestramento nos Jogos. Além dele, os irmãos Luiza Almeida e Pedro Almeida e Giovanna Pass serão os titulares nas competições. Manuel Almeida será o reserva.

No Concurso Completo de Equitação, a equipe é formada por Carlos Paro, Marcio Appel, Márcio Carvalho Jorge, Rui Fonseca e Nelson Moreira.

As competições de Hipismo ocorrerão no Complexo Esportivo de Deodoro, na Zona Oeste do Rio Janeiro, entre os dias 6 e 19 de agosto.

Fonte: Torcedores


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Equipe brasileira de saltos do hipismo será anunciada nesta segunda-feira
18/07/2016 - O Globo

Há duas Olimpíadas sem subir ao pódio, a seleção brasileira de saltos tem ultrapassado obstáculos antes mesmo de chegar ao Rio, no início de agosto. Troca de técnico, problema com cavalos, separações e afins deixam no ar as possibilidades da equipe em conquistar uma medalha em casa — são três na história. Os responsáveis por mudar essa visão — nos bastidores do hipismo, o Brasil é considerado um dos grandes times para os Jogos — serão anunciados hoje, em São Paulo, pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH).

Curiosamente, o anúncio não será feito pelo técnico americano George Morris, contratado no final de dezembro em substituição ao francês Jean-Maurice Bonneau, que reside nos Estados Unidos. A lista dos cinco conjuntos — quatro titulares e um reserva — será apresentada pelo diretor de saltos da CBH, Caio Carvalho.

Apesar da longa experiência de Morris, de 78 anos e campeão olímpico como técnico dos Estados Unidos, em Pequim-2008, o treinador não teve tanto contato direto com os postulantes ao time olímpico. Ele só foi à Europa três vezes neste ano, duas delas em etapas da Copa das Nações.

— Ele viu nosso vídeos, mandamos todos os nosso vídeos para ele quando assumiu. Ele conhece bem os cavaleiros, mas conhece pouco os cavalos. O Jean me conhecia bem, acompanhava mais, sabia como os meus cavalos estavam, mas todos vêm se preparando bem, houve resultados bons este ano. Não está tão fácil para escolher —diz Felipe Amaral, de 25 anos, o mais novo entre os postulantes à vaga, e que se destaca pela regularidade na temporada desde que foi para a Europa há um ano e meio.

Este ano, ao contrário de 2012, a escolha tem critérios subjetivos, numa decisão conjunta entre o treinador e os integrantes da CBH. Mesmo assim, é possível ter algumas quase certezas, como os nomes de Doda e Rodrigo Pessoa entre os selecionados. A experiência dos cavaleiros, que já disputaram cinco Olimpíadas, e têm largo currículo pesam na decisão final.

Rodrigo Pessoa nasceu em Paris e vive na Bélgica, mas é de uma tradicional família do hipismo brasileiro.

—Todos sabíamos e aceitamos que esse seria o critério, mas considero o melhor. Acho que faz diferença o técnico estar mais presente para poder conhecer os cavalos. Ver os vídeos não mostra a realidade da prova — diz Leivas, de 48 anos, que ainda sonha com uma vaga, após ter tido a oportunidade durante o ciclo olímpico de se naturalizar búlgaro para competir pelo país europeu.

Doda e Pessoa tiveram um ciclo olímpico com altos e baixos. Porém, a escolha de um conjunto leva mais em consideração os resultados de momento e, principalmente, a condição do cavalo. O campeão olímpico perdeu Jordan II no início da temporada, após o animal, adquirido em junho passado, sofrer com fratura na pata. O substituto favorito é Status, montaria que com mais experiência e um mundial na bagagem. O cavaleiro ainda conta com Ferro Chin e Citizenguard Cadjanine, que disputou a etapa da Copa das Nações de Falsterbo, na Suécia, onde a equipe brasileira ficou em terceiro lugar, na semana passada.

— O Pedro (Veniss), para mim, é o que está no melhor momento com o seu cavalo (Quabri de L´Isle). Melhor resultado do Pan-Americano no ano passado (quinto colocado), fez um bom Grande Prêmio em Roterdã —avaliou Felipe Amaral, que também participou do Pan de Toronto.

O terceiro lugar na Copa das Nações, inclusive, pode ser um indício de que o Brasil está em ascendência no momento certo. A equipe chegou atrás apenas da Suíça e da Suécia, respectivamente, e empatada com a Grã-Bretanha, e a atual campeão olímpica Holanda. O resultado veio com duplo zero de Doda e de Stephan Barcha, ou seja, os conjuntos não comentaram faltas nas duas passagens.

Foi a primeira grande apresentação de Doda em meses. Recém-separado da amazona Athina Onassis, o fim do casamento de 11 anos abalou o cavaleiro emocionalmente. Inclusive, na separação litigiosa, teria havido o risco de perder os cavalos para os Jogos, pois pertencem à ex-mulher. O atleta ficou com dois: Cornetto K e Nouvelle Europe Z.

Além dos conjuntos já citados, Marlon Zanotteli e Eduardo Menezes estão na briga. O primeiro, montando Cash del Mar Z,não teve uma boa participação na semana passada, em Falsterbo, com a presença do técncio George Morris. Já Menezes, com Quintol, ficou em segundo no GP principal, com duas passagens zeradas, atrás do sueco Rolf Göran Bengtsson.

Fonte: O Globo; Foto: Emerson Emerim


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Brasil terá quatro atletas titulares e um reserva no hipismo paralímpico
13/07/2016 - EBC

O Brasil terá quatro atletas titulares (Sérgio Oliva, Marcos Fernandes Alves, Rodolpho Riskalla e Vera Lucia Mazzili) disputando o hipismo paralímpico no Rio de Janeiro. O time é complementado por um atleta reserva (Thiago Fonseca). A única modalidade da competição é o adestramento, com provas individuais e por equipes, que começarão no dia 11 de setembro. As disputas com medalha se estenderão de 13 a 16 daquele mês.

Não haverá, entretanto, cavalos brasileiros disputando provas com atletas nacionais. Todos os 78 cavalos da Paralimpíada virão do exterior, informou hoje (11) a diretora de Paraequestre da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), Marcela Parsons. De acordo com a CBH, podem participar do hipismo paralímpico portadores de deficiências físicas e sensoriais.

A partir de 15 de agosto e até 4 de setembro, a Seleção Brasileira Paralímpica de Hipismo vai fazer aclimatação na França. No dia seguinte, os atletas desembarcam no Brasil, coincidindo com a chegada dos cavalos que participarão da Paralimpíada.

O esporte estreou nos Jogos Paralímpicos de Atlanta, em 1996. Na edição Rio 2016, atletas paralímpicos disputarão dez provas individuais de adestramento e uma por equipes. Marcela Parsons lembrou que o Brasil já é medalhista olímpico, com Marcos Fernandes Alves, o Joca, que ganhou duas medalhas de bronze nos Jogos de Pequim, em 2008.

Segundo a diretora da CBH, a experiência do Brasil na última etapa classificatória para a Paralimpíada, na semana passada, na Inglaterra, em que o Brasil ficou com medalha de prata por equipes e também no Grau 4, além de medalhas de bronze, dá ao país uma expectativa bastante positiva de medalhas para a Rio 2016. “O Brasil vem muito forte”, afirmou. O grande adversário do Brasil é a Grã-Bretanha, tradicional vencedor no hipismo paralímpico.

Apesar da confiança no bom desempenho do Brasil, Marcela Parsons adiantou que é difícil o país chegar ao ouro. “Tem chances de disputar medalha em vários graus, mas o ouro é complicado. Pela primeira vez, a chance não é só em uma categoria. É por equipes, em vários graus, com cinco categorias. Mas vencer a Inglaterra ainda é difícil para a gente e também para o resto do mundo”. Acrescentou que o Brasil disputará medalha por equipes, individual e estilo livre. As medalhas são atribuídas ao conjunto formado por cavalo e cavaleiro.

Para Marcela Parsons, o atleta brasileiro melhor “ranqueado” atualmente é Sérgio Oliva, do grau A (atleta com maior comprometimento físico). “Mas nossa equipe é muito forte. Tem o Marcos Alves, que já é medalhista, e o Rodolpho Riskalla, atleta novo que vem muito forte.”

O hipismo é a única modalidade esportiva paralímpica em que mulheres e homens competem juntos, sem distinção de gênero. Com 65 anos de idade, Vera Lúcia compete pela primeira vez nos jogos e tem mostrado bons resultados nas etapas preparatórias, disse Marcela.

A diretora informou ainda que, em relação à acessibilidade, os cavaleiros têm adaptações no material de montaria, mas a pista é normal. O maior medalhista do hipismo paralímpico é o inglês Lee Pearson, com 12 medalhas, sendo dez de outo, uma de prata e uma de bronze.

Fonte: EBC


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João Victor Oliva e Manuel de Almeida fecham ciclo de qualificativas olímpicas; equipe será anunciada em 18/7 na Hípica Paulista
11/07/2016 - CBH

João Victor Marcari Oliva montando Signo dos Pinhais e Manuel Tavares de Almeida Neto com Viheste foram os últimos atletas a competir em um Concurso de Dressage Internacional, o CDI4* Cappeln, na Alemanha, antes da convocação do Time Brasil de Adestramento para as Olimpíadas do Rio 2016.

Depois de conquistar índices olímpicos na sexta-feira (8/7) - João Victor (67.280%) e Manu Neto (66.740%) -, os cavaleiros brasileiros retornaram a pista nesse domingo (10) para o ultimo desafio do evento: o Grand Prix Special, onde João Victor atingiu 67.863% e Manu Neto 67.255%, ocupando, respectivamente, a 6ª e 7ª colocação.

Se despediram da fase em busca de índices olímpicos com “chave de ouro”. Foram meses de muito treino e provas pelo circuito europeu, passando por CDIs de 3 a 5 estrelas, competindo com os melhores atletas mundiais da modalidade: Alemanha, Áustria, Espanha, França, Holanda e República Techa fizeram parte do roteiro.

A expectativa de que conjuntos farão parte da estreia do Brasil como equipe em Jogos Olímpicos termina na segunda-feira, 18/7, quando a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), através da técnica da equipe, a belga Mariette Withages, anunciar os cinco eleitos em coletiva de imprensa na Sociedade Hípica Paulista. Ao todo oito atletas atingiram o índice mínimo FEI de 64% em dois ou mais CDIs e estão tecnicamente qualificados para os Jogos. João Victor Oliva, os quatro irmãos Almeida Luiza, Pedro, Manuel e Thaisa, grupo que disputou as qualificativas na Europa, e Giovana Pass, Sarah Waddell e Leandro Silva, qualificados em Internacionais no Brasil.
Fonte: CBH


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